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18/01/2012

Hoje

Não sei porque estou a escrever, apenas me apetece. Já há algum tempo que venho de quando em quando ao blog, quero escrever, mas os meus dedos ficam suspensos sobre o teclado e não sei o que dizer.

O meu namorado há uma semana ou duas tentou dar-me o empurrão final para eu escrever aqui. Quero mostrar-lhe tudo de mim, portanto eu precisava que ele conhecesse este blog, este lugar onde de vez em quando me escondo e derramo o que sinto. Eu queria que ele conhecesse a minha forma de escrita também, queria que ele visse a minha derradeira janela da alma.

E hoje, finalmente, cá estou. Prontinha para escrever sobre o que me apetecer. E no final das contas simplesmente estou a divagar no porquê de escrever hoje.

A verdade é que no dia-a-dia eu encontro alguns assuntos, variados, sobre os quais eu poderia escrever aqui, libertar as minhas opiniões. Mas depois o tempo passa, o dia acabou, depois já passou uma semana, e o assunto varreu-se da minha mente.

E hoje, não sei sobre o que escrever. Sinto-me até vazia por tal. As palavras sempre fizeram parte de mim, do meu ser, e com o tempo, ou com a falta dele, comecei a ter que estudar cada vez mais, a ver filmes, ler mangá e animes, e o ímpeto de escrever foi ficando em segundo plano, quase sem eu me aperceber. E ao ser confrontada com isso, o pano caiu, e com ele a tristeza, o desconsolo de quase ter deixado de ser eu.

Por isso hoje, num pequeno texto, escrevi, sobre nada, mas sobre mim.

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